
Vai ser sujeita a aprovação da Assembleia da República 17 medidas de combate à crise, as quais são resultado do acordo entre o Partido Socialista e o Partido Social Democrata.
Dentre estas, porque me afectam directamente preocupam-me porque me afectam directamente: o Agravamento dos impostos " Desde os bens essenciais aos artigos de luxo, tudo ficará mais caro: um ponto percentual mais caro. Os bens de primeira necessidade, como leite ou pão, a maioria dos medicamentos, luz, gás e água, passarão a pagar 6% de IVA";http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1569565 , e por ai fora.
- Os Cortes nos vencimentos da função pública. - "A partir de Julho, os trabalhadores vão levar menos dinheiro para casa. Para saber quanto pode perder, veja no recibo qual é o seu salário bruto. Se for superior a 1284 euros conte com um corte de 1,5%; se for inferior, perderá 1%. Quem ganha o salário mínimo não paga IRS, pelo que não será afectado. O Governo espera encaixar 400 milhões de euros este ano e 850 milhões em 2011. Ainda serão publicadas novas tabelas de retenção na fonte." em http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1569565
Todavia, tal como destaca o Público "(...) desconhece-se quase tudo. (...) o impacto global do aumento de um ponto percentual nas três taxas de IVA. O aumento deverá repercutir-se numa subida geral de preços e - à semelhança do passado - superiores ao aumento do IVA, beneficiando as margens das empresas retalhistas e penalizando sobretudo quem tenha baixos rendimentos.
De fora do pacote, ficaram as pequenas e médias empresas. O agravamento de 2,5 pontos percentuais na taxa de IRC não lhes tocará. O Governo afirmou ser para lhes "dar condições de recuperarem" da crise. Mas na realidade, as PME já quase não contribuem para a receita de IRC (ver texto). Mas desconhece-se se esse aumento será sentido só em 2011 ou se vai haver um pagamento por conta que permita a arrecadação já em 2010. O Governo agravou ainda as taxas liberatórias que incidem sobre rendimentos de capitais, nomeadamente juros de depósitos, rendimentos de títulos, e as mais-valias mobiliárias (de 20 para 21,5 por cento). Mas o Ministério das Finanças não disponibilizou informação sobre o seu impacto."
O que é curioso, mesmo que por razões opostas os extremos se voltem a tocar pois "Os líderes do CDS-PP, Paulo Portas, e do PCP, Jerónimo de Sousa, não vão apoiar na Assembleia da República o plano de austeridade aprovado pelo Governo, com apoio do PSD, para combater o défice."http://dn.sapo.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1569311
Resumindo e concluindo:
Não há meio da crise passar e começam a faltar furos para continuar a apertar o cinto, principalmente quando o ssacrifícios em regra são sempre pedidos aos mesmos, entre os quais infelizmente me enquadro.
Um ponto posítivo... os políticos leram o meu post, relativo às medidas de nuestros hermanos e adoptaram medidas de redução salarial com incidência sobre si... São medidas envergonhadas e talvez só para "Inglês ver...", mas melhor do que nada looolll
Rectifico: Em Espanha, sim apenas haverá apenas reduções dos vencimentos dos funcionários públicos, por cá será para toda a gente...
ResponderEliminarPor outro lado, parece-me injusto, o bolo do aumento de 1,5% ser tão abrangente, pois há muita gente com vencimentos acima, que pagarão mais (porque também ganham muito mais), mas cujo esforço será muito menor relativamente ao meu...