"Lenda da origem do nome de GrândolaConta-se então que, antigamente, a zona de Grândola estava cheia de mato, no qual se escondia muita caça grossa, como por exemplo, javalis e veados.
Os príncipes do reino vinham para aqui caçar em grupo, juntamente com os seus caçadores e criados. Um dos príncipes, D. Jorge de Lencastre, construiu neste local uma casa, para ficar por cá uns dias e preparar as suas pândegas com os seus amigos e caçadores. Juntaram-se a este grupo muitos caçadores e houve necessidade de edificar mais casas, nascendo assim uma pequena aldeia. Certo dia, no fim de uma caçada, abateram um enorme e gordo javali. Enquanto cozinhavam num grande caldeirão, alguém terá exclamado:
- Oh!!! Que grande olha!
Daí em diante o lugar passou a chamar-se “Grandolha”, mais tarde “Grandolla”, até atingir a forma actual de Grândola."
in http://www.alentejolitoral.pt/PortalTurismo/ARegiao/LendasTradicoes/Paginas/Grandola.aspx
segunda-feira, 26 de abril de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Resultado da Consulta
Ontem fomos à consulta do Dr. Jorge Borrego, e de lá viemos satisfeitos pois parece que tudo está a correr normalmente. A Eva não está demasiadamente crescida, está na posição correcta, as análises da Márcia estavam bem e não se confirmou um dos maiores receios dela que era a da diabetes, felizmente...
Daqui a 4 semanas lá voltaremos para um novo passo nesta etapa final da gravidez...
No entanto, cumpre referir que, na última 6.ª feira iniciámos a preparação para o parto... O curso é composto de esclarecimentos teóricos e naturalmente por exercícios... enfim é engraçado, mas o mais gratificante é participar neste grande processo de nascimento...
Daqui a 4 semanas lá voltaremos para um novo passo nesta etapa final da gravidez...
No entanto, cumpre referir que, na última 6.ª feira iniciámos a preparação para o parto... O curso é composto de esclarecimentos teóricos e naturalmente por exercícios... enfim é engraçado, mas o mais gratificante é participar neste grande processo de nascimento...
terça-feira, 20 de abril de 2010
A Ecografia das 32 semanas
Pois é, ontem a Márcia foi fazer a ecografia das 32 semanas... e uma vez mais, podemos ouvir o coração da pequena Eva, que bate a um ritmo acelarado, certamente curioso e desejoso de conhecer o mundo exterior...
Não foi fácil, a eco estava marcada para as 19h, mas como o médico havia faltado na 6.º feira e na próxima 4.º ia entrar de férias, a agenda do mesmo atrasou-se 4 a 5 horas...
Lá tive de aproveitar para passear um pouco pela Baixa de Lisboa para fazer tempo, até a Márcia sair do trabalho...
Eram cerca das 10 e meia, mais coisa menos coisa quando chegámos ao consultório e ela só começou a fazer a eco uma hora depois... mas na minha opinião valeu a pena a espera... Neste exame não se vê tão bem o bebé, mas observar um ser vivo, estar atento a todas as suas movimentações não deixa de ser uma sensação óptima. Sabem o que a Eva fazia no decurso da eco? Chupava um pé...
Bem, quanto a outros elementos de relevo, cumpre salientar que, a menina nesta altura tem um peso e 2,250 kg, e medirá cerca de vinte e tal cms. As medidas e tudo o que resto, órgãos e demais está tudo normal... ahhhh e já está de cabeça para baixo.
Hoje vamos ao obstetra, vamos ver que novidades trazemos...
Não foi fácil, a eco estava marcada para as 19h, mas como o médico havia faltado na 6.º feira e na próxima 4.º ia entrar de férias, a agenda do mesmo atrasou-se 4 a 5 horas...
Lá tive de aproveitar para passear um pouco pela Baixa de Lisboa para fazer tempo, até a Márcia sair do trabalho...
Eram cerca das 10 e meia, mais coisa menos coisa quando chegámos ao consultório e ela só começou a fazer a eco uma hora depois... mas na minha opinião valeu a pena a espera... Neste exame não se vê tão bem o bebé, mas observar um ser vivo, estar atento a todas as suas movimentações não deixa de ser uma sensação óptima. Sabem o que a Eva fazia no decurso da eco? Chupava um pé...
Bem, quanto a outros elementos de relevo, cumpre salientar que, a menina nesta altura tem um peso e 2,250 kg, e medirá cerca de vinte e tal cms. As medidas e tudo o que resto, órgãos e demais está tudo normal... ahhhh e já está de cabeça para baixo.
Hoje vamos ao obstetra, vamos ver que novidades trazemos...
A lenda da costureirinha
A Lenda da Costureirinha está ligada a diversos testemunhos de pessoas que no início do Século XX viviam no Alentejo alegavam ter ouvido, nas suas casas, distintamente o som de uma máquina de costura, das antigas, de pedal, assim como o cortar de uma linha e até mesmo, segundo alguns relatos, o som de uma tesoura a ser pousada, no fundo tratando-se de um fantasma que marcava presença por toda a casa, de tal modo que a sua presença nos lares alentejanos que não infundia medo. Era a costureirinha.
Mas o que teria sucedido à costureirinha para errar deste modo? Segundo a versão de lenda de alguns, em vida havia sido uma costureira que, costumava trabalhar ao domingo, não respeitando o dia sagrado, segundo outros a costureirinha não cumprira uma promessa feita a S. Francisco.
No fundo, um ponto em comum existe relativamente a todas estas versões: Pelo não cumprimento dos seus deveres religiosos, a costureirinha fora condenada, após a morte, a errar pelo mundo dos vivos durante algum tempo, para se redimir.
Fonte:http://bitu.blogs.sapo.pt em 20 de Abril de 2010
Mas o que teria sucedido à costureirinha para errar deste modo? Segundo a versão de lenda de alguns, em vida havia sido uma costureira que, costumava trabalhar ao domingo, não respeitando o dia sagrado, segundo outros a costureirinha não cumprira uma promessa feita a S. Francisco.
No fundo, um ponto em comum existe relativamente a todas estas versões: Pelo não cumprimento dos seus deveres religiosos, a costureirinha fora condenada, após a morte, a errar pelo mundo dos vivos durante algum tempo, para se redimir.
Fonte:http://bitu.blogs.sapo.pt em 20 de Abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
O relógio da torre da Igreja de Aguiar
Aguiar é uma pequena localidade sita no Concelho de Évora. A próximidade geográfica com Viana do Alentejo (um dos casos raros em que tal acontece, desde sempre gerou uma grande rivalidade entre essas duas localidades.)
Desde sempre, que me lembro de contarem que, a colocação de um relógio na torre da Igreja de Aguiar teve um episódio curioso e que foi aproveitado pelos Vianenses para fazerem chalaça com os seus vizinhos. Reza a história que, o Padre da localidade mobilizou a população no sentido de angariar fundos para que se pudesse comprar um relógio para se colocar na torre da Igreja. Rápidamente a população aderiu à ideia, e os contributos foram-se acumulando.
Certo dia um pároco terá informado a população que se iria ausentar uns dias, mas que o relógio haveria de chegar por essa altura, e que o mesmo seria deixado na sacristia da Igreja, pelo que a população poderia lá ir na altura e certificar-se que o relógio satisfazia os requisitos.
Assim foi, quando um paroquianos se apercebeu que na sacristia da Igreja havia sido deixada uma caixa volumosa rapidamente espalhou a notícia, tendo a população em peso acorrido aquele local, na expectativa de vewr o fruto do seu sacrificio. O desassossego terá sido tanto, que a frase de uma das senhoras ficou célebre: "Deixem passar que o meu marido também tem parte!".
Reunida a população, decidiu-se abrir a caixa ... a surpresa foi brutal. Nada de relógio, nada de dinheiro, apenas um amontoado de cornos...
A partir dessa data, como provocação os vizinhos de Viana sempre que tinham de se deslocar a Aguiar perguntavam aos trauseuntes locais as horas, o que lhes provocava uma ira que obrigava o provocador a colocar-se em fuga, rindo a bandeiras despragadas do caricato da situação.
Hoje em dia, a igreja já tem o seu merecido relógio na torre, pelo que se decidir fazer a mesma gracinha, terá como resposta: "Levante os cornos seu cabrão!"
Desde sempre, que me lembro de contarem que, a colocação de um relógio na torre da Igreja de Aguiar teve um episódio curioso e que foi aproveitado pelos Vianenses para fazerem chalaça com os seus vizinhos. Reza a história que, o Padre da localidade mobilizou a população no sentido de angariar fundos para que se pudesse comprar um relógio para se colocar na torre da Igreja. Rápidamente a população aderiu à ideia, e os contributos foram-se acumulando.
Certo dia um pároco terá informado a população que se iria ausentar uns dias, mas que o relógio haveria de chegar por essa altura, e que o mesmo seria deixado na sacristia da Igreja, pelo que a população poderia lá ir na altura e certificar-se que o relógio satisfazia os requisitos.
Assim foi, quando um paroquianos se apercebeu que na sacristia da Igreja havia sido deixada uma caixa volumosa rapidamente espalhou a notícia, tendo a população em peso acorrido aquele local, na expectativa de vewr o fruto do seu sacrificio. O desassossego terá sido tanto, que a frase de uma das senhoras ficou célebre: "Deixem passar que o meu marido também tem parte!".
Reunida a população, decidiu-se abrir a caixa ... a surpresa foi brutal. Nada de relógio, nada de dinheiro, apenas um amontoado de cornos...
A partir dessa data, como provocação os vizinhos de Viana sempre que tinham de se deslocar a Aguiar perguntavam aos trauseuntes locais as horas, o que lhes provocava uma ira que obrigava o provocador a colocar-se em fuga, rindo a bandeiras despragadas do caricato da situação.
Hoje em dia, a igreja já tem o seu merecido relógio na torre, pelo que se decidir fazer a mesma gracinha, terá como resposta: "Levante os cornos seu cabrão!"
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